Já é Natal na Leader Magazine, 2011 está terminando e resta pouco mais de 365 dias para o fim do mundo. Época propícia para um texto-de-fim-de-ano. Só que um texto duplo, encorpado. Por quê? Porque quero torturar meus 435 leitores? Não só isso. É que ano passado não teve textinho (Que tragédia, ahn?).
2010 foi mais marcante para mim pelos acontecimentos do meio do ano. Havia 6 meses que estava estagiando em Produção Editorial, e fazia a faculdade ao mesmo tempo (a 2ª, pois já era jornalista). Muitas dúvidas me assaltavam, pois, como era formado, não me contentava muito com estágio, mas, ao mesmo tempo, não tinha experiência suficiente para trabalhar na área, achava. Ir para outro estágio? Procurar um trabalho e largar a faculdade? Na passagem de 2009 para esse ano, os questionamentos haviam surgido, mas naquele instante apareciam com mais força.
No final de junho, na última terça, houve uma adoração no grupo de que faço parte (a Comunidade de que já falei). Num momento em que algumas pessoas rezariam pelas outras, eu me ajoelhei para que uma garota viesse orar por mim. Entre outras coisas, a menina disse que o que eu estava procurando se resolveria. Na hora não soube exatamente de que ela estava falando e deixei pra lá.
Após 6 meses, é época de tirar 15 dias de férias (sim, estagiário agora tem regalia). Em meio àqueles dias de descanso, recebo um e-mail falando para ligar para a coordenadora. Estranho, mas ligo. “Gabriel, você gostaria de ser contratado?” Aceito de prontidão, muito feliz, porém só depois me lembro das palavras da garota. E percebo que a ligação foi dada no Dia do Amigo, 20/07 (se é que existe isso mesmo). De qualquer forma, o Amigo estava ali presente comigo.
E não tinha sido a primeira vez. Em 2009, quando estava procurando mudar para Produção Editorial mas não conseguia nenhum estágio, recorri a um grupo de e-mail da Igreja que reúne centenas de pessoas, e por lá eu soube da vaga na editora.
Felizmente, cada vez mais confirmo que essa é a área onde quero trabalhar. E também percebo minha “quedinha” pelos livros infanto-juvenis e YA (Young Adult), de fantasia especialmente. Aonde isso vai me levar não sei; só Deus sabe, e eu entrego tudo em Suas mãos. Só sei que estou formado mais uma vez, agora em Produção Editorial, após uma árdua monografia, desta vez sobre Editoras católicas no Brasil, mas permanecendo na seara da religião, tema pouco abordado no meio acadêmico. O que me espera nos estudos? Não sei, ainda é difícil vislumbrar, principalmente pensando em conciliar com trabalho e outras atividades...
A Comunidade continua firme e forte rumo a águas mais profundas, e agora mudará a coordenação. Renovação é o que há! Não vejo a hora de começar 2012 =) E permaneço engajado no coral na capela, junto com a Carla. Aliás, reconheço que crescemos e amadurecemos em nosso namoro durante mais esses 2 anos, e a tendência é só melhorar, aprimorando a compreensão, o diálogo, a cumplicidade, o amor, o carinho... 4 anos não é pra qualquer um!
E ano passado comecei uma nova atividade, que ainda não está firme nem se sabe qual será seu rumo, mas que permanece viva. É o grupo jovem da Santa Teresinha, que ressurgiu das cinzas após algumas tentativas anteriores sem sucesso e que ainda engatinha, mas já com seus frequentadores cativos.
O que me aguarda daqui pra frente? Que decisões tomar? Destino, assim você me mata.
Procurando algum texto desgarrado para passar o tempo? Talvez vc encontre aqui algo que interesse. Encontro os textos perdidos por aí, às vezes em algo do dia a dia, em alguma fala, na minha mente tresloucada, e reúno aqui para vc levar para casa.
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domingo, dezembro 18, 2011
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Hoje Livre Sou
Pra variar, sempre tem que ter um texto-de-final-de-ano em dezembro. Lembrar o que aconteceu, fazer um “balanço” e planos para o ano que vem... Acho construtivo e saudável, sim. Ainda mais agora em 2009, pois foi um ano muito especial.
Como não sou economista nem tenho ações na Bolsa, não estava preocupado com “marolinhas” ou não, e com previsões de 2009 ser o pior ano de todos. Só não esperava que fosse ser tudo o que foi – de bom.
2008 não havia terminado bem para o grupo da Igreja de que faço parte, a Comunidade Duc in Altum: muitas “baixas”, desânimo, a iminência de acabar. Eu fazia parte do grupo desde seu início em novembro de 2005, a partir de um grupo de Crisma, passáramos por altos e baixos, mas acabar era algo muito forte e que nos derrubava.
Fora naquele grupo que eu começara a me engajar na Igreja, a amá-la e a Deus, onde fizera grandes amizades e conhecera minha namorada, mas não estava dando mais certo. Um membro da Crisma se ofereceu para nos ajudar e deu uma palestra. Ao final, a foto da reunião do grupo cheia, todos alegres, e ele nos questionou sobre o que tinha acontecido com aquelas pessoas e com aquele grupo tão ardoroso.
Ah, aquilo, bem ou mal, tocou no nosso orgulho: iríamos deixar a Comunidade acabar sem fazer nada, justamente depois das fundadoras terem se ausentado contra a vontade? Poderia ser Vontade de Deus que não continuasse, mas não acabaria sem luta. A coordenação mudou – eu fui um dos que saí – e fizemos reuniões de partilha e de oração; precisávamos crescer e nos unir. As reuniões voltaram a acontecer, chamamos pessoas novas, mudamos nosso jeito de ser, querendo partilhar e viver realmente juntos, e nos formar na doutrina, e missionar as casas com a presença de Nossa Senhora, e louvar a Deus todo mês.
As reuniões de equipe foram imprescindíveis para nosso crescimento e planejamento, até o Padre Carlos, nosso diretor espiritual, está sendo tocado e animado para esta nova missão renovada e restaurada. Como o Nelson, coordenador, disse, foi o ano da Confirmação: sim, Deus quer que continuemos, e a nossa festa de 4 anos comprovou isso. “Uma comunidade de barquinhos”, como o padre falou, em que ninguém naufraga e ninguém sai: “Desde a primeira vez que você põe o pé na Comunidade, você nunca mais deixa de fazer parte dela.”
É o ano de 2010 que promete agora. Promete também na minha vida profissional. Formado em Jornalismo, com uma monografia que deixou de ser um bicho-de-sete-cabeças como eu pensava, mas, ao contrário, foi uma bênção, pela oportunidade de estudar a Comunicação dentro da minha Igreja. Os professores até disseram que vai “virar bibliografia”, uma honra dada por Deus.
Mas não é Jornalismo que eu quero. Especialmente durante 2009, pude confirmar, em meio ao estágio dentro de uma editora de livros, conversando com amigos do ramo editorial e estudando na faculdade, que essa é a minha área de verdade. Sempre fui apaixonado por livros, por textos, Português, línguas e afins, mas não era em Letras que eu encontraria minha casa. Mas em Produção Editorial, uma habilitação do próprio curso de Comunicação em que acabei de me formar. Cheguei a querer sair de Jornalismo, desanimado, mas o incentivo das pessoas me dissuadiu.
Se não fosse por isso, como teria ido para o estágio na Assessoria de Imprensa da editora e feito grandes amigos? Se não fosse por isso, como poderia me formar e pedir manutenção de vínculo, podendo conseguir o diploma de PE em apenas 2 anos? E, para completar, após pedir muito a Deus, dezembro também me presenteia com uma vaga de estágio na área editorial, e justamente na parte textual! Amanhã começará esta nova fase em minha vida. Em dezembro, em primeiro lugar mês do nascimento de Jesus, mas também da Imaculada Conceição, cuja intercessão foi valiosa.
E todas as dores e tribulações eu pude suportar com a Presença essencial de Deus, mas também com a presença da Carla, que não me abandonou nem quando eu mesmo não dava razão para que ela continuasse, por eu estar mais dentro de outras coisas do que dentro do relacionamento. E, para reforçar nosso laço, outra mudança ocorrerá no início do ano: depois de 2 anos, voltaremos a servir juntos e, para isso, sairei de um outro serviço, em que já estava há 5 anos. E o serviço será na capela... da Imaculada Conceição.
Como falei, tenho confiança em Deus de que 2010 será mais um grande ano, abundante de graças. Deus sempre esteve e continuará olhando por mim. E por cada um de nós. É só se entregar a Ele e a seu Amor Incondicional. Seus caminhos são insondáveis, mas Ele sabe o que é melhor para nossas vidas. Eu tenho certeza disso! Tenha você também.
Como não sou economista nem tenho ações na Bolsa, não estava preocupado com “marolinhas” ou não, e com previsões de 2009 ser o pior ano de todos. Só não esperava que fosse ser tudo o que foi – de bom.
2008 não havia terminado bem para o grupo da Igreja de que faço parte, a Comunidade Duc in Altum: muitas “baixas”, desânimo, a iminência de acabar. Eu fazia parte do grupo desde seu início em novembro de 2005, a partir de um grupo de Crisma, passáramos por altos e baixos, mas acabar era algo muito forte e que nos derrubava.
Fora naquele grupo que eu começara a me engajar na Igreja, a amá-la e a Deus, onde fizera grandes amizades e conhecera minha namorada, mas não estava dando mais certo. Um membro da Crisma se ofereceu para nos ajudar e deu uma palestra. Ao final, a foto da reunião do grupo cheia, todos alegres, e ele nos questionou sobre o que tinha acontecido com aquelas pessoas e com aquele grupo tão ardoroso.
Ah, aquilo, bem ou mal, tocou no nosso orgulho: iríamos deixar a Comunidade acabar sem fazer nada, justamente depois das fundadoras terem se ausentado contra a vontade? Poderia ser Vontade de Deus que não continuasse, mas não acabaria sem luta. A coordenação mudou – eu fui um dos que saí – e fizemos reuniões de partilha e de oração; precisávamos crescer e nos unir. As reuniões voltaram a acontecer, chamamos pessoas novas, mudamos nosso jeito de ser, querendo partilhar e viver realmente juntos, e nos formar na doutrina, e missionar as casas com a presença de Nossa Senhora, e louvar a Deus todo mês.
As reuniões de equipe foram imprescindíveis para nosso crescimento e planejamento, até o Padre Carlos, nosso diretor espiritual, está sendo tocado e animado para esta nova missão renovada e restaurada. Como o Nelson, coordenador, disse, foi o ano da Confirmação: sim, Deus quer que continuemos, e a nossa festa de 4 anos comprovou isso. “Uma comunidade de barquinhos”, como o padre falou, em que ninguém naufraga e ninguém sai: “Desde a primeira vez que você põe o pé na Comunidade, você nunca mais deixa de fazer parte dela.”
É o ano de 2010 que promete agora. Promete também na minha vida profissional. Formado em Jornalismo, com uma monografia que deixou de ser um bicho-de-sete-cabeças como eu pensava, mas, ao contrário, foi uma bênção, pela oportunidade de estudar a Comunicação dentro da minha Igreja. Os professores até disseram que vai “virar bibliografia”, uma honra dada por Deus.
Mas não é Jornalismo que eu quero. Especialmente durante 2009, pude confirmar, em meio ao estágio dentro de uma editora de livros, conversando com amigos do ramo editorial e estudando na faculdade, que essa é a minha área de verdade. Sempre fui apaixonado por livros, por textos, Português, línguas e afins, mas não era em Letras que eu encontraria minha casa. Mas em Produção Editorial, uma habilitação do próprio curso de Comunicação em que acabei de me formar. Cheguei a querer sair de Jornalismo, desanimado, mas o incentivo das pessoas me dissuadiu.
Se não fosse por isso, como teria ido para o estágio na Assessoria de Imprensa da editora e feito grandes amigos? Se não fosse por isso, como poderia me formar e pedir manutenção de vínculo, podendo conseguir o diploma de PE em apenas 2 anos? E, para completar, após pedir muito a Deus, dezembro também me presenteia com uma vaga de estágio na área editorial, e justamente na parte textual! Amanhã começará esta nova fase em minha vida. Em dezembro, em primeiro lugar mês do nascimento de Jesus, mas também da Imaculada Conceição, cuja intercessão foi valiosa.
E todas as dores e tribulações eu pude suportar com a Presença essencial de Deus, mas também com a presença da Carla, que não me abandonou nem quando eu mesmo não dava razão para que ela continuasse, por eu estar mais dentro de outras coisas do que dentro do relacionamento. E, para reforçar nosso laço, outra mudança ocorrerá no início do ano: depois de 2 anos, voltaremos a servir juntos e, para isso, sairei de um outro serviço, em que já estava há 5 anos. E o serviço será na capela... da Imaculada Conceição.
Como falei, tenho confiança em Deus de que 2010 será mais um grande ano, abundante de graças. Deus sempre esteve e continuará olhando por mim. E por cada um de nós. É só se entregar a Ele e a seu Amor Incondicional. Seus caminhos são insondáveis, mas Ele sabe o que é melhor para nossas vidas. Eu tenho certeza disso! Tenha você também.
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domingo, setembro 24, 2006
Paternostro
Uma homenagem ao queridissíssimo professor da ECO e sua matéria sem-noção:
Paternostro, que está na ECO, maldito seja o seu nome, afaste de nós a sua matéria, NÃO seja feita a sua vontade.
Assim no binário como no hexadecimal, o entendimento nosso de cada dia nos dê hoje.
Perdoe a nossa ignorância, assim como nós perdoamos a sua falta de didática. E não nos deixe cair em reprovação, mas livre-nos do mal.
41 6D 2C 65 6D 2E oops! Amém.
Paternostro, que está na ECO, maldito seja o seu nome, afaste de nós a sua matéria, NÃO seja feita a sua vontade.
Assim no binário como no hexadecimal, o entendimento nosso de cada dia nos dê hoje.
Perdoe a nossa ignorância, assim como nós perdoamos a sua falta de didática. E não nos deixe cair em reprovação, mas livre-nos do mal.
41 6D 2C 65 6D 2E oops! Amém.
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domingo, julho 23, 2006
Pensamentos desencontrados - [Sugestão de título?]
Quem estuda na ECO não tem as faculdades física nem mental boas...
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Pensamentos Desencontrados
segunda-feira, março 20, 2006
Econotícias - 1ª edição
Sim, pode ter sido um erro colocar tal texto aqui, mas só quis expor minha aventura "jornalística". Como um amigo meu da faculdade viajou na 1ª semana de aula da Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ, e eu fiquei encarregado de informá-lo dos acontecimentos, tive a idéia de fazer um jornal virtual, que o informou diariamente, não muito ortodoxamente, mas bem, a meu ver. Como acho que a publicação de um texto como este é um suicídio, pela restrição da compreensão geral, postarei apenas este, falando do dia 13/3, 1º dia de aula, para conhecimento do público. Entediem-se! (o melhor de tudo são as onomatopéias iniciais)
***
Pã nãnã nãnãnã pã nãnã nãnãnã tãtãtãtãtãtãtãtãtãtã tã nãnãnãnã tãnãnãnã!
Bom dia! Por motivos muito graves - um aniversário de um amigo - que não se repetirão, este jornalista não pôde informar o internauta das notícias da ECO ontem à noite.
Ontem, o repórter que vos fala chegou atrasado ao 1º tempo e não pode dar informações detalhadas sobre o início da aula. A 1ª aula consistia na matéria Sistema e Tecnologia de Comunicação, ou simplesmente STC, presidida pelo prof. Diego London. Este, antes do jornalista chegar, já citara as avaliações que seriam feitas, entre elas um seminário, mas não passou oficialmente nenhuma delas. O professor falou sobre tecnologia, sobre questões muito profundas, como "O que é máquina?" e "Os animais se comunicam?", sobre o mito de Prometeu, entre outras coisas. Ele também passou 2 textos, que já estão em sua pasta na xerox do C.A., para ler para quarta-feira, próximo dia de aula dele.
Após tal aula, seria Língua Portuguesa II. Como mostra o horário afixado perto da entrada da ECO, só existem mesmo as turmas EC1, EC2 e ECE e não havia problema algum na inscrição. Porém, embaixo do nome da matéria, só estava escrito "Prof", sem o nome do docente. Os alunos ficaram divididos quanto a quem seria tal professor: Agostinho novamente ou uma tal professora. Como o professor não aparecesse, os discentes já tinham como quase certo que fosse Agostinho, faltando de novo, e ficaram pelos corredores, conversando.
Já tendo passado das 15h30, uma mulher interpela o grupo onde estava o repórter se nossa turma tinha aula de LPII naquele horário e, como uma garota já nos perguntara isso antes, o jornalista pensou se tratar de uma aluna. Porém, para surpresa nossa, ela diz ser nossa professora de Português e fala que dará um recado. Adentramos a sala e ouvimos a desculpa da nossa nova professora, que se chama Érica: ela entrara na turma errada, uma turma de 1º período, e começara a dar aula, sem saber de seu erro. Já no final do tempo, os calouros informaram à professora que ela não deveria estar dando aula ali, mas parece que a deixaram dando aula apenas porque estavam com tempo vago (aparentemente teriam LPI). A professora enganada saiu correndo para nossa sala, a tempo de comentar a situação e entregar sua ementa, dizendo também que haverá um seminário, mas não passou nada oficialmente.
E, dentro deste contexto, afiguram-se algumas notícias: enquanto esperávamos o professor de LPII, Luísa, da nossa turma, resolveu ir à livraria ao lado de nossa ex-sala (a propósito, nossa sala mudou de lugar; se não me falha a memória, é a 1ª sala "grande" depois do C.A.) perguntar sobre a pasta com nossos trabalhos do Agostinho. Ela descobriu que o tal professor pegara os trabalhos antes do Carnaval, ou seja, há mais ou menos 2 semanas! Agora só nos resta esperar ele corrigir.
E, ainda continuando neste assunto, uma garota que estava na aula de LPII, mas que não é da nossa turma, disse que, quando teve aula de LPI, com Agostinho, faz um tempo, o tal professor não faltava e entregou as notas no prazo certo. Ou seja, aparentemente ele teve algum problema período passado - talvez o problema da visão - que o prejudicou, ou foi apenas preguiça e cara-de-pau mesmo.
Depois de tantas emoções, ainda restou-nos fôlego para mais uma aula, agora de Comunicação e Economia. Havia boatos de que o professor, Eduardo Reffkalefsky (saúde!), ou simplesmente Reff, como ele mesmo falou, é um picareta, que só fala contra a IgrejaUniversal, que fica falando sobre diversos assuntos que não têm nadaa ver com a matéria e que passa boa parte da aula lendo os textos que passa para fotocopiar, além de passar milhares de textos. Este repórter pôde conferir que o professor realmente fala sobre diversos assuntos que aparentemente não têm relação com o curso, fica lendo os textos e citou duas vezes a IgrejaUniversal, falando mal dela.
Mas ainda é cedo para dizer se realmente ele é um picareta ou sua aula foi apenas uma introdução, e se haverá milhares de textos, porém tudo leva a crer. Mas, por enquanto, ele só passou para a xerox textos que parecem ser leves e divertidos, além de pequenos, como o "Manual do cara-de-pau",totalizando 5 textos que devem ser lidos para 5ª-feira. Este jornalista já encomendou todos os textos na xerox, mas ainda não os recebeu, o que o levou a pensar em processar o dito estabelecimento.
Como, aparentemente, não me resta notícia alguma para ser dada, o seu jornal virtual fica por aqui.
Bom dia e boa viagem!
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